Uma mulher com 75 anos de idade, aposentada há 15 anos, reside em uma instituição de longa permanência de idosas conveniada à prefeitura local. Ela perdeu contato com sua família, apresenta demência grave, síndrome da imobilidade e cognitiva, vive restrita ao leito e com dependência completa de outra pessoa para realização de todas as atividades da vida diária na instituição. Tem histórico de três internações hospitalares prolongadas no último semestre devido a pneumonias por aspiração e está em uso regular de haloperidol 2 mg/dia para controle de episódios de agitação psicomotora frequentes. A referida instituição localiza-se na área de abrangência de uma Unidade Básica de Saúde, cujo médico de família é chamado para discutir a conduta com o novo responsável pela instituição. Nessa situação, o médico de família deve
- A)construir novo plano de cuidado para os cuidadores, com ajuste medicamentoso
- B)discutir e implementar cuidados paliativos junto aos cuidadores e responsáveis na instituição
- C)construir genograma e ecomapa para estabelecer plano terapêutico orientado aos cuidadores da paciente na instituição
- D)aplicar miniexame do estado mental para estabelecer o grau de comprometimento mental da paciente e as condutas adequadas.