Pneumonia na infância
Resumo elaborado com apoio de IA a partir de diretrizes e referências; confira as fontes citadas.
Material de estudo — confira sempre as diretrizes citadas e o julgamento clínico. Não substitui conduta médica.
Definição
Infecção aguda do parênquima pulmonar em crianças, geralmente adquirida na comunidade; pode ser viral ou bacteriana, com resposta inflamatória e consolidação alveolar.
Epidemiologia e relevância na prova
Alta morbimortalidade em <5 anos; principal causa de hospitalização e óbito infantil no Brasil histórico; tema frequente em provas pelo impacto clínico e manejo pediátrico.
Quadro clínico
- Febre, tosse, taquipneia, retrações, tiragem intercostal - Sinais de gravidade: saturação <90%, dificuldade respiratória intensa, cianose.
Diagnóstico
Base clínico + radiografia de tórax (opacidades lobares, consolidação), hemograma e gasometria se grave.
Tratamento
1ª linha: amoxicilina oral (80-90 mg/kg/dia em 2‑3 doses) para pneumonia não grave. Alternativa IM: penicilina G procaína ou cloranfenicol (casos graves ou sem via oral) conforme “Atenção Integrada às Doenças Prevalentes na Infância”, MS (circa 2003) (bvsms.saude.gov.br).
Conduta
Fluxo prático: avaliar sinais de gravidade → pneumonia leve em ambulatório com amoxicilina oral → se grave ou sinais de alerta, internar e iniciar penicilina G procaína/IM ou cloranfenicol; encaminhar para hospital se incapacidade de hidratação, insuficiência respiratória, recusa alimentar.
Pontos-chave para a prova
- Importância da dosagem correta da amoxicilina (alta dose) – pegadinha comum.
- Equivalência da penicilina G procaína e cloranfenicol IM em locais sem via oral – ponto chave em provas.
Fontes
- Atenção Integrada às Doenças Prevalentes na Infância (AIDPI) — Ministério da Saúde — circa 2003
- Guia técnico para introdução da vacina pneumocócica 20‑valente no PNI — Ministério da Saúde — 2026
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