Sofrimento fetal e cardiotocografia
Resumo elaborado com apoio de IA a partir de diretrizes e referências; confira as fontes citadas.
Material de estudo — confira sempre as diretrizes citadas e o julgamento clínico. Não substitui conduta médica.
Definição
É a monitorização eletrônica simultânea da frequência cardíaca fetal (FCF) e das contrações uterinas, com registro de movimentos fetais; identifica sofrimento fetal agudo.
Epidemiologia e relevância na prova
Importante na avaliação fetal para prevenir mortalidade perinatal – tema frequente em provas por sua relevância clínica e vigilância obstétrica.
Quadro clínico
Achados típicos incluem bradicardia, taquicardia, desacelerações tardias, variabilidade reduzida e ausência de acelerações em feto com risco.
Diagnóstico
CTG anteparto (non‑stress test): linha de base 120‑160 bpm, variabilidade 10‑25 bpm, ≥2 acelerações ≥15 bpm/≥15 s em 20 min; se não reativo, prolongar mais 20 min após estímulo mecânico ou vibro‑acústico; presença de desacelerações tardias ou variabilidade lisa sugere sofrimento fetal (bvsms.saude.gov.br).
Tratamento
Conduta inicial depende do quadro: suspeita de sofrimento fetal agudo com desacelerações tardias ou variabilidade reduzida – encaminhar para avaliação obstétrica de urgência; alternativas incluem teste vibro-acústico se não reativo.
Conduta
1. Realizar CTG ≥20 min. 2. Se não reativo, estender mais 20 min com estímulo mecânico ou acústico. 3. Se persistir padrão não tranquilizador, referir para serviço de maior complexidade/urgência (bvsms.saude.gov.br).
Pontos-chave para a prova
- ’Não reativo’ ≠ sofrimento fetal imediato – exige estímulo e prorrogação antes de conclusão.
- Desaceleração tardia é sinal grave – exige ação rápida.
Fontes
- 25 gestação de alto risco (cardiotocografia anteparto) — Ministério da Saúde — 2026
- Cadernos de Atenção Básica – avaliação dos batimentos cardíacos fetais — Ministério da Saúde — 2026
- Ministério da Saúde