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Sofrimento fetal e cardiotocografia

Ginecologia e ObstetríciaAtualizado em 12/07/2026

Resumo elaborado com apoio de IA a partir de diretrizes e referências; confira as fontes citadas.

Material de estudo — confira sempre as diretrizes citadas e o julgamento clínico. Não substitui conduta médica.

Definição

É a monitorização eletrônica simultânea da frequência cardíaca fetal (FCF) e das contrações uterinas, com registro de movimentos fetais; identifica sofrimento fetal agudo.

Epidemiologia e relevância na prova

Importante na avaliação fetal para prevenir mortalidade perinatal – tema frequente em provas por sua relevância clínica e vigilância obstétrica.

Quadro clínico

Achados típicos incluem bradicardia, taquicardia, desacelerações tardias, variabilidade reduzida e ausência de acelerações em feto com risco.

Diagnóstico

CTG anteparto (non‑stress test): linha de base 120‑160 bpm, variabilidade 10‑25 bpm, ≥2 acelerações ≥15 bpm/≥15 s em 20 min; se não reativo, prolongar mais 20 min após estímulo mecânico ou vibro‑acústico; presença de desacelerações tardias ou variabilidade lisa sugere sofrimento fetal (bvsms.saude.gov.br).

Tratamento

Conduta inicial depende do quadro: suspeita de sofrimento fetal agudo com desacelerações tardias ou variabilidade reduzida – encaminhar para avaliação obstétrica de urgência; alternativas incluem teste vibro-acústico se não reativo.

Conduta

1. Realizar CTG ≥20 min. 2. Se não reativo, estender mais 20 min com estímulo mecânico ou acústico. 3. Se persistir padrão não tranquilizador, referir para serviço de maior complexidade/urgência (bvsms.saude.gov.br).

Pontos-chave para a prova

Fontes

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