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Colelitíase e colecistite

Cirurgia GeralAtualizado em 12/07/2026

Resumo elaborado com apoio de IA a partir de diretrizes e referências; confira as fontes citadas.

Material de estudo — confira sempre as diretrizes citadas e o julgamento clínico. Não substitui conduta médica.

Definição

Colelitíase: presença de cálculos na vesícula biliar; Colecistite: inflamação aguda da vesícula, geralmente por obstrução do ducto cístico.

Epidemiologia e relevância na prova

Alta prevalência no Brasil, sendo uma das causas mais frequentes de abdome agudo e de internação cirúrgica – tema muito cobrado em provas como Revalida e Enamed (cbc.org.br).

Quadro clínico

Dor em hipocôndrio direito, normalmente pós-prandial, com irradiação para o dorso; febre, náuseas/vômitos. Sinais-chave: Murphy positivo, defesa e sensibilidade no hipocôndrio direito.

Diagnóstico

Ultrassom abdominal: imagens ecogênicas com sombra acústica móvel (colelitíase) e espessamento da parede vesicular >4 mm, líquido pericolecístico, sinal do Murphy ultrassonográfico (colecistite). Labs: leucocitose, PCR e DHL elevados (colecistite).

Tratamento

Colelitíase assintomática: geral/expectante. Sintomática: colecistectomia videolaparoscópica eletiva (1ª linha). Colecistite aguda: colecistectomia videolaparoscópica idealmente dentro de 72 h – ou antibioticoterapia e drenagem quando alto risco cirúrgico (colecistostomia percutânea ou drenagem endoscópica em centros terciários) (portal.afya.com.br).

Conduta

Fluxo prático: 1. Suspeita clínica → ultrassom. 2. Se colecistectomia possível e paciente estável → operar (preferencialmente em até 72 h). 3. Se contraindicação ou alto risco: antibioticoterapia + drenagem em centro com suporte. Internar: sinais de complicação, febre, dor intensa, leucocitose. Encaminhar com urgência para cirurgia ou intervenção em hospital terciário se risco alto.

Pontos-chave para a prova

Fontes

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