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Anemias

Clínica MédicaAtualizado em 12/07/2026

Resumo elaborado com apoio de IA a partir de diretrizes e referências; confira as fontes citadas.

Material de estudo — confira sempre as diretrizes citadas e o julgamento clínico. Não substitui conduta médica.

Definição

Condição em que a concentração de hemoglobina no sangue está abaixo dos valores parâmetros, geralmente por carência de nutrientes, hemorragia ou destruição excessiva de hemácias.

Epidemiologia e relevância na prova

A anemia ferropriva é a forma mais prevalente, com taxa estimada de até 50 % em pré-escolares e grávidas no Brasil, sendo alta relevância nos exames como o Revalida/Enamed; anemia hemolítica autoimune é menos comum, mas com protocolo PCDT federal recente (2025).

Quadro clínico

Sintomas inespecíficos: fadiga, cansaço, dispneia, palidez; em anemia hemolítica: icterícia, esplenomegalia, alteração de hemoglobina livre, reticulocitose.

Diagnóstico

Hemograma (↓ hemoglobina, hematócrito, VCM); ferritina ↓, ferro sérico ↓, transferrina ↑ para ferropriva; Coombs direto positivo, LDH ↑, bilirrubina indireta ↑, reticulócitos ↑ para hemólise; hemoglobina <‑2 DP conforme faixa etária (p. ex. <11 g/dL em crianças de 6‑59 m) segundo OMS/PNAN.

Tratamento

Ferro oral (sulfato ferroso 3‑6 mg/kg/dia em 2‑3 doses ou dose total diária dividida) como 1ª linha; alternativas: ferro parenteral (carboximaltose férrica, derisomaltose) no fracasso ou intolerância; anemia hemolítica autoimune: corticosteroides, agentes imunossupressores conforme PCDT 2025.

Conduta

1. Confirmar diagnóstico. 2. Iniciar terapia conforme causa. 3. Reavaliar Hb em 4‑6 semanas. 4. Se anemia grave (Hb <8 g/dL sintomática), internar/encaminhar; seguir protocolo PCDT anemia hemolítica autoimune para indicação de imunossupressão e redes hospitalares.

Pontos-chave para a prova

Fontes

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