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Hipotireoidismo e hipertireoidismo

Clínica MédicaAtualizado em 12/07/2026

Resumo elaborado com apoio de IA a partir de diretrizes e referências; confira as fontes citadas.

Material de estudo — confira sempre as diretrizes citadas e o julgamento clínico. Não substitui conduta médica.

Definição

Hipotireoidismo: deficiência dos hormônios tireoidianos, geralmente com TSH elevado e T4 livre baixo. Hipertireoidismo: excesso de hormônios tireoidianos, com TSH suprimido e T4/T3 elevados.

Epidemiologia e relevância na prova

Alta relevância clínica; hipotireoidismo é comum, especialmente em mulheres e idosos — prevalência geral ~5 %; hipertireoidismo menos frequente (~1 %) mas com impacto cardiovascular significativo – temas frequentes em provas de Clínica Médica.

Quadro clínico

Hipotireoidismo: fadiga, ganho de peso, intolerância ao frio, pele seca, constipação, bradicardia. Hipertireoidismo: perda de peso, palpitações, intolerância ao calor, tremor, sudorese, taquicardia, nervosismo.

Diagnóstico

Hipotireoidismo: TSH elevado, T4 livre baixo (primário); se TSH baixo com T4 baixo → central. Hipertireoidismo: TSH suprimido, T4 e/ou T3 elevados. Confirmar com anticorpos antitireoidianos (anti‑TPO, TRAb) e ecografia, se indicado.

Tratamento

Hipotireoidismo primário: levotiroxina 1,6 µg/kg/dia (ajustar com TSH – alvo TSH no valor normal). Hipertireoidismo (Graves): metimazol 5‑60 mg/dia ou propiltiouracil (gestantes no 1º tri). Alternativas: iodo radioativo, cirurgia se grandes bócios ou intolerância.

Conduta

Fluxo: suspeita clínica → dosagem TSH/T4 livre → confirmar diagnóstico → iniciar tratamento conforme diagnóstico → monitorar TSH/T4 a cada 6‑8 semanas até estabilidade → ajustar dose. Internar em crise tireotóxica ou mixedema coma. Encaminhar ao endocrinologista se gestantes, nódulos, valores extremos ou refratário.

Pontos-chave para a prova

Fontes

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