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Asma e DPOC

Clínica MédicaAtualizado em 12/07/2026

Resumo elaborado com apoio de IA a partir de diretrizes e referências; confira as fontes citadas.

Material de estudo — confira sempre as diretrizes citadas e o julgamento clínico. Não substitui conduta médica.

Definição

Asma: doença respiratória crônica caracterizada por inflamação das vias aéreas, sintomas recorrentes (sibilância, dispneia, tosse) e obstrução variável do fluxo expiratório. DPOC: doença caracterizada por limitação persistente do fluxo aéreo, geralmente progressiva e associada à resposta inflamatória anormal a partículas ou gases nocivos.

Epidemiologia e relevância na prova

Asma: prevalência de 4,6 % em adultos e 12,1 % em crianças no Brasil, sendo relevante nas provas pela sua alta morbimortalidade e controle muitas vezes inadequado. DPOC: importante causa de internações e mortalidade e foco em clínica médica por ser altamente prevalente entre fumantes e ex‑fumantes; exige distinção diagnóstica correta.

Quadro clínico

Asma típica: sibilância intermitente, opressão torácica, tosse—pior à noite ou manhã cedo; variável e desencadeada por alergênicos/exercício. DPOC: dispneia progressiva persistente, tosse produtiva crônica, piora aos esforços; história tabágica típica.

Diagnóstico

Asma: espirometria com prova broncodilatadora — aumento ≥ 12 % e ≥ 200 ml no VEF₁ sugere reversibilidade. DPOC: espirometria pós-broncodilatador com VEF₁/CVF < 0,70 confirma limitação persistente. Em sobreposição, seguir protocolo de asma prioritariamente.

Tratamento

Asma: controle por escala escalonada—corticoide inalatório + β₂‑agonista de curta/longa duração; asma grave: imunobiológicos (Benralizumabe, Mepolizumabe, Dupilumabe ou Tezepelumabe) conforme critérios da RN 634/2025. DPOC: broncodilatadores (formoterol, tiotrópio, umeclidínio + vilanterol etc.); evitar CI isolado; tripla terapia ICS‑LAMA‑LABA preferencial em exacerbações frequentes.

Conduta

Fluxo prático: confirmar diagnóstico → iniciar tratamento de primeiro escalão → reavaliação 4–6 semanas → incrementar terapia se não controlado. Encaminhar ou internar se crise grave (dispneia intensa, hipoxemia, instabilidade hemodinâmica). Em DPOC, considerar oxigenoterapia domiciliar se hipoxemia persistente.

Pontos-chave para a prova

Fontes

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