Hipertensão arterial sistêmica
Resumo elaborado com apoio de IA a partir de diretrizes e referências; confira as fontes citadas.
Material de estudo — confira sempre as diretrizes citadas e o julgamento clínico. Não substitui conduta médica.
Definição
Doença crônica multifatorial caracterizada por níveis elevados e persistentes de pressão arterial, geralmente assintomática, com risco aumentado de lesão de órgãos-alvo.
Epidemiologia e relevância na prova
Afeta cerca de 23,9% da população brasileira ≥18 anos, sendo altamente prevalente e com alto impacto em provas como Revalida e Enamed por sua relevância clínica e epidemiológica (gov.br).
Quadro clínico
Geralmente assintomática (‘assassina silenciosa’). Achados importantes: sinais de lesão de órgão-alvo como hipertrofia ventricular, proteinúria, retinopatia, etc.
Diagnóstico
Pressão arterial ≥140/90 mmHg em duas ou mais ocasiões; rastreamento na APS anual com duas medidas de PA; confirmação via MAPA ou MRPA conforme Diretriz SBC 2025 (gov.br).
Tratamento
Primeira linha: IECAs (ex: enalapril 10–20 mg/dia), BRA (losartana 50–100 mg), diurético tiazídico (hidroclorotiazida 12,5–25 mg); alternativas e associação conforme risco cardiovascular e comorbidades (seguindo Diretriz Brasileira de Hipertensão 2025) (abccardiol.org).
Conduta
1) Confirmar diagnóstico com medidas repetidas; 2) Estratificar risco cardiovascular (usar ferramenta HEARTS/OPAS); 3) Iniciar mudanças no estilo de vida; 4) Iniciar terapia farmacológica se ≥140/90 mmHg; 5) Acompanhar na APS; 6) Encaminhar para atenção especializada se resistência, lesão de órgão-alvo, comorbidades graves ou alto risco (gov.br).
Pontos-chave para a prova
- Pré-hipertensão (130‑139/85‑89 mmHg): apenas estilo de vida, salvo alto risco;
- Uso de MAPA/MRPA para confirmação, evitando sobrediagnóstico;
- Estratificação com ferramenta HEARTS/OPAS fundamental e cobrada nas provas.