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Hipertensão arterial sistêmica

Clínica MédicaAtualizado em 12/07/2026

Resumo elaborado com apoio de IA a partir de diretrizes e referências; confira as fontes citadas.

Material de estudo — confira sempre as diretrizes citadas e o julgamento clínico. Não substitui conduta médica.

Definição

Doença crônica multifatorial caracterizada por níveis elevados e persistentes de pressão arterial, geralmente assintomática, com risco aumentado de lesão de órgãos-alvo.

Epidemiologia e relevância na prova

Afeta cerca de 23,9% da população brasileira ≥18 anos, sendo altamente prevalente e com alto impacto em provas como Revalida e Enamed por sua relevância clínica e epidemiológica (gov.br).

Quadro clínico

Geralmente assintomática (‘assassina silenciosa’). Achados importantes: sinais de lesão de órgão-alvo como hipertrofia ventricular, proteinúria, retinopatia, etc.

Diagnóstico

Pressão arterial ≥140/90 mmHg em duas ou mais ocasiões; rastreamento na APS anual com duas medidas de PA; confirmação via MAPA ou MRPA conforme Diretriz SBC 2025 (gov.br).

Tratamento

Primeira linha: IECAs (ex: enalapril 10–20 mg/dia), BRA (losartana 50–100 mg), diurético tiazídico (hidroclorotiazida 12,5–25 mg); alternativas e associação conforme risco cardiovascular e comorbidades (seguindo Diretriz Brasileira de Hipertensão 2025) (abccardiol.org).

Conduta

1) Confirmar diagnóstico com medidas repetidas; 2) Estratificar risco cardiovascular (usar ferramenta HEARTS/OPAS); 3) Iniciar mudanças no estilo de vida; 4) Iniciar terapia farmacológica se ≥140/90 mmHg; 5) Acompanhar na APS; 6) Encaminhar para atenção especializada se resistência, lesão de órgão-alvo, comorbidades graves ou alto risco (gov.br).

Pontos-chave para a prova

Fontes

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